domingo, 11 de dezembro de 2011

Turvicam. Faz melhor o seu destino.



Peça publicitária introduzindo criação de personagem em 3D

Henrique e Clara



Retrato em grafite

Com a Turvicam, você viaja na legalidade



Peça publicitária

Turvicam. Faz melhor o seu destino.



Peça publicitária

Turvicam 3D



Criação de logomarca e slogan

Rosa Maria Weber



Caricatura publicada em O Liberal

Duda Mendonça



Caricatura publicada em O Liberal

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Infografia


Previsão de tempo bom para as férias no litoral paraense.
Publicado dia 27 de junho em O Liberal.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Cinema em 1D

Esta semana fui ao cinema, desta vez para assistir Alice no País das Maravilhas, um novo lançamento em 3D, na sequência de Avatar, Premonição 4, O Lobisomem, Como Treinar seu Dragão, Fúria de Titãs que ainda não chegou por aqui, entre outros. Aliás, cinema 3D é algo que também ainda não chegou por aqui. Por aqui, por enquanto, se me permitirem o trocadilho, só cinema em 1D, já que cinema em 2D só se houvesse plenitude no que é visto nas duas dimensões. Aqui o cinema é mesmo em 1D, "D" de desfocado.
O cinema 3D deve dar ao espectador ideia de profundidade. Na verdade, o cérebro é enganado pelo fato de o olho direito enxergar somente a imagem captada pela câmera direita e de o olho esquerdo enxergar somente a imagem captada pela câmera esquerda, ambas utilizadas na gravação simultânea das cenas do filme. Distanciadas uma da outra como são os dois olhos. E, é aí que entram os óculos 3D, que possuem lentes polarizadas, uma na vertical e outra na horizontal para separar o "embaralhamento" das duas imagens também polarizadas projetadas na tela com quadros um na vertical seguido por outro na horizontal e assim sucessivamente. O resultado é como se você tivesse uma tela de cinema para cada olho e em cada uma destas telas passasse um filme captado por câmeras distanciadas, levemente diferentes, imitando assim a vista humana.
Na realidade, o formato 3D faz com que a resolução do filme caia à metade, já que fica um quadro para cada olho (side by side) e isto é compensado pela grande qualidade de resolução dos filmes de hoje, que são produzidos em 4K (resolução quatro vezes maior que a da TV em alta definição - 4096x2160 pixels).
Mas, não se engane, nada disto é realidade para nós aqui em Belém.
Basta ter assistido algumas transmissões de TV em HD para perceber que qualidade de imagem em 4k ou sequer em 3k (3072x1620 pixels) também não chegaram ainda por aqui. A verdade é que os cinemas de Belém têm uma imagem ainda bem mais limitada. Dizer que as imagens das telas alcançam 1080 pixels, só com muito boa vontade. Não existe nitidez nenhuma. Só resta dizer que as imagens que são exibidas nos cinemas de Belém são imagens em 1D, 'D' de desfocadas, completamente desfocadas. E, do centro da tela para as laterais, o desfoque vai aumentando gradativamente. Nas bordas, não é mais possível se perceber uma linha sequer.
Os cinemas de Belém atraem gente, e não é pouca gente. Eu e minha filha passamos quarenta minutos na fila para comprar ingressos no cinema de um dos shoppings da cidade. E os ingressos não são muito em conta se compararmos com o preço de uma locação de filme, por exemplo. E a sala estava relativamente cheia. Quer dizer, os filmes atraem o público. E os novos filmes têm tecnologia de sobra para trazer um grande padrão de entretenimento.
É preciso aumentar a qualidade das exibições. Hoje, na internet, os lançamentos estão quase todos disponíveis, só que em versões compactadas que sacrificaram a qualidade de imagem e som. Este é um sacrifício que as salas de projeção não podem repetir.
De qualquer forma, os filmes novos sempre vão ser um atrativo a mais, mas só o que pode dar vida longa ao cinema é a qualidade que tem que ser definitivamente indiscutível.


(Artigo publicado no caderno Magazine, em O LIBERAL, do dia 17 de maio)

Primeira página


Capa de O LIBERAL do dia 29 de junho

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Capa de O LIBERAL do dia 25 de junho